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Última revisão em 2026-03-30. Quando uma afirmação depende de um estudo específico, o estudo é descrito em vez de superinterpretado.
== Uso medicinal == Embora historicamente a apitoxina tenha sido usada com fins medicinais, evidências mostram uso do veneno para tal fim com datação de mais de 3.000 anos na China e de 200 anos na Europa. Sua eficácia como fármaco ainda não foi efetivamente comprovada, ainda que alguns pacientes relatem melhora em quadros de artrites e reumatismos. A apiterapia, método de medicina natural que utiliza-se de compostos derivados das abelhas para fins terapêuticos, em especial a apitoxina, carece de comprovação científica. Ainda como contraindicação acerca do tratamento com apitoxina existe a possibilidade, com uso repetitivo da substância, do desenvolvimento de diversos graus de alergia, assim como o risco de anafilaxia. Por não haver segurança sobre o grau de esterilidade do ferrão, a aplicação do veneno pode desencadear infecções localizadas ou sistêmicas.
Fontes: pt.wikipedia.org
Em imunologia, um antígeno é uma molécula com capacidade de induzir uma resposta imune (para produzir um anticorpo ou outra ação imunitária) no organismo hospedeiro. Às vezes, os antígenos fazem parte do próprio hospedeiro nos casos de doenças autoimunes. Portanto, um antígeno é qualquer substância, própria ou alheia, que pode ser reconhecida pelo sistema imunitário adaptativo e desencadear uma resposta imunitária. O sistema imunológico responde ao antígeno produzindo uma substância chamada anticorpo, e este vai atuar contra o antígeno. Ativando seus linfócitos que por sua vez se multiplicam e mandam sinais (citocinas) que ativam outras respostas imunes adequadas ao invasor. Pode ser a molécula de uma bactéria, vírus, fungos, helminto, toxinas ou mesmo componentes inofensivos como alimentos, pólen ou células de outro organismo que sejam identificados como uma ameaça a ser destruída. Modelo chave-fechadura: cada anticorpo produzido é capaz de reconhecer e ligar-se especificadamente aos antígenos que estimulam a sua formação. A parte do antígeno que se encaixa aos anticorpos é chamada epítopo ou determinante antigênico, e a parte do anticorpo que encaixa nesse epítopo é chamada de paratopo. Os antígenos ligam-se a diversos receptores celulares e a anticorpos.
Fontes: pt.wikipedia.org
Na resposta imune, cada anticorpo é produzido especificamente pelo sistema imunitário para se ligar ao antígeno depois que as células apresentadoras de antígeno do sistema imunitário entram em contato com ele; isso permite que haja uma identificação/correspondência precisa do antígeno e o início de uma resposta sob medida. O anticorpo é dito "corresponder" ao antígeno no sentido de que pode se ligar a ele devido à adaptação realizada em uma região do anticorpo; devido a isso, muitos anticorpos diferentes são produzidos, cada um com especificidade para se ligar a diferentes antígenos, embora todos compartilhem a mesma estrutura básica. Na maioria dos casos, um anticorpo adaptado só pode reagir e ligar-se a um antígeno específico; no entanto, em alguns casos os anticorpos podem estabelecer reações cruzadas e ligar-se a mais de um antígeno. Na realidade, os anticorpos só reagem com uma parte pequena do antígeno chamada epítopo. Como os antígenos são geralmente grandes, costumam ter muitos epítopos. Além disso, um antígeno é uma molécula que se liga a receptores específicos do antígeno, mas não pode induzir necessariamente uma resposta imunitária no corpo por si mesmo. Os antígenos geralmente são peptídeos (cadeias de aminoácidos), polissacarídeos (cadeias de monossacarídeos/açúcares simples) ou lipídios. Em geral, os sacarídeos e lipídios (diferentemente dos peptídeos) são considerados antígenos, mas não imunógenos, já que não podem desencadear uma resposta imune por si sós.
Fontes: pt.wikipedia.org
Além disso, para que um peptídeo induza uma resposta imunitária (ativação de células T por células apresentadoras de antígenos), deve ser suficientemente grande, já que os peptídeos demasiado pequenos também não desencadeiam uma resposta imune. O termo antígeno descrevia originalmente uma molécula estrutural que se ligava especificamente a um anticorpo. O seu significado foi ampliado depois para se referir a qualquer molécula ou fragmento molecular linear que pode ser reconhecido por receptores do antígeno muito variáveis (receptor da célula B ou BCR ou receptor da célula T ou TCR) do sistema imunitário adaptativo. O antígeno pode ser uma molécula do próprio corpo ("antígeno próprio") ou do ambiente externo ("não próprio"). O sistema imunitário geralmente não reage contra os antígenos próprios em condições homeostáticas normais devido à seleção negativa realizadas sobre as células T no timo, mas identifica e ataca invasores com moléculas "não próprias" provenientes do mundo exterior ou substâncias modificadas/nocivas presentes no corpo em condições de estresse. As células apresentadoras do antígeno apresentam os antígenos em forma de peptídeos ligados a moléculas do complexo maior de histocompatibilidade da sua superfície. A célula T ou linfócito T (um subtipo de glóbulo branco sanguíneo) do sistema imunitário adaptativo, é a que reconhece seletivamente os antígenos assim apresentados. Dependendo do antígeno e do tipo de molécula de histocompatibilidade, diferentes tipos de células T podem ser ativados.
Fontes: pt.wikipedia.org
Peptídeo é resumido aqui a partir de literatura pública: definição, contexto e pontos recorrentes na prática. Informação geral, não aconselhamento médico.
A pesquisa sobre Peptídeo apoia-se sobretudo em estudos de laboratório e modelos animais; dados clínicos variam conforme a substância.
Pureza e análise (HPLC, espectrometria de massa), reconstituição correta e armazenamento adequado são decisivos.%!(EXTRA string=Peptídeo)
Nem todos os mecanismos estão demonstrados e um estudo isolado não é evidência global. As questões abertas são sinalizadas.%!(EXTRA string=Peptídeo)